« Crónicas de Sexta-Feira: Finding Nemo | Entrada | Crónicas de Sexta-Feira: Óbvio »

junho 24, 2005

Crónicas de Sexta-Feira: Plantas mitológicas

plant11s.jpg

A necessidade de tornar uma crónica de viagens mais interessante e colorida, a imaginação saudavelmente galopante de boa parte dos viajantes e o erro genuíno explicam o elevado número de plantas mitológicas que foram descritas durante a Idade Média. Estes mitos são fascinantes porque tipificam todo um imaginário colectivo agora perdido.

“The Barnacle Tree”: Uma árvore que tinha folhas/pétalas semelhantes a um mexilhão (ou uma craca) e que ao abrir libertavam do seu interior um ganso.

“Bohun Upas – a árvore dos venenos”: Esta árvore produzia fumos tóxicos capazes de matar seres humanos a vários kilómetros de distância.

A “árvore do conhecimento” e a “árvore da vida”: O Adão teve oportunidade de escolher entre a árvore do conhecimento (mortalidade) e a árvore da vida (imortalidade).

“A árvore do âmbar”: Uma arvore que produzia âmbar e que crescia no meio da água.

‘A árvore de Sodoma e Gomorra”: Uma árvore gigantesca, que produzia maçãs e que crescia perto do local original onde Sodoma e Gomorra teriam existido.

“A árvore de Zieba”: Uma arvore que continha um ninho cheio de seres humanos em tronco nu que passavam o tempo em eternas contemplações.


Para mais informação click aqui

Publicado por maradona às junho 24, 2005 01:06 AM

Comentários

Olá! Sou brasileiro e fiz um blog ai na terrinha, estou visitando vários blogs de Portugal e selecionando aqueles que mais gostei para posteriormente revistar e evidentemente comentar com mais calma! Se quiseres saber um pouquinho do Brasil em seu cotidiano Cultural, político e econômico de uma passadinha no meu blog! Parabéns pelo belíssimo blog! Abraços.
Desculpe a propaganda:
http://antoniofnogueira.blogs.sapo.pt/

Publicado por: Antonio às junho 24, 2005 07:08 AM

A que "terrinha" te referes?

Publicado por: VB às junho 24, 2005 02:26 PM

"um imaginário colectivo agora perdido."
Rui, não acho que esteja completamente perdido esse imaginário de que falas. A árvore da vida faz parte de toda a formação cristã e hebraica. Mesmo aqueles que não dizem crer, vão enfeitando o pinheirinho uma vez por ano. E que dizer "da árvore que já não dá patacas" ou de todos aqueles que ainda hoje defendem a teoria de que as plantas precisam de carinho e falinhas mansas? Creio que no fundo essas fantásticas histórias botânicas eram então levadas tão a sério como hoje as ficções científicas da TV.

Publicado por: VB às junho 24, 2005 02:36 PM

excelente, e excelentissimo sítio. obrigado

Publicado por: jpt às junho 26, 2005 10:15 AM