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dezembro 27, 2004
Ciência poética
(Carlos Rennó-1997)
Entre a célula e o céu
O DNA e Deus
O quark e a Via Láctea
A bactéria e a galáxia
Entre agora e o eon
O ião e o Órion
A lua e o magnetão
Entre a estrela e o electrão
Entre o glóbulo e o globo blue
Eu, um cosmos em mim só
Um átimo de pó
Assim: do yang ao yin
Eu e o nada, nada não
O vasto, vasto vão
Do espaço até ao spin
Do sem-fim além de mim
Ao sem-fim aquém de mim
Den'de mim
Publicado por VB às dezembro 27, 2004 05:08 PM
Comentários
Não chega bem a ser um soneto...
Publicado por: P Vieira às dezembro 28, 2004 12:05 AM
abraço de um grande grande novo ano!
Publicado por: jorge às dezembro 29, 2004 05:34 PM
Boas entradas para o Conta Natura!
Publicado por: Eduardo A. Silva às dezembro 31, 2004 03:19 AM
Um Feliz 2005 para toda a tripulação.
Publicado por: MJMatos às dezembro 31, 2004 08:36 AM
Boa entrada, bom blogue...
Um abraço!
Luis Carlos
Publicado por: Luis Moutinho às janeiro 1, 2005 08:52 PM
Bom ano de 2005 para todos. E que o Conta Natura consiga todos os objectivos a que se propõe, especialmente o do lançamento da revista de divulgação científica.
Um abraço para todos
Publicado por: Paulo Ribeiro às janeiro 2, 2005 10:46 AM
Você sabe que este poema de Carlos Rennó foi musicado por Gilberto Gil, cantor e compositor brasileiro (atual ministro da cultura do Brasil), no álbum "Quanta"? É muito interessante a gravação.
Publicado por: Marcio às fevereiro 11, 2005 08:46 PM